
Pernoitas num covil
E não te reconheces
Por dentre os de tua espécie.
Cravas teu veneno
Na jugular do meu amor
Mas antes ...
Olhes-me nos olhos.
Não me espreites,
Não serpeies,
Não te dissimules.
Discernes-me
Na bruma cotidiana
Em que te ocultas.
Sou teu antídoto
De ti.
E não te reconheces
Por dentre os de tua espécie.
Cravas teu veneno
Na jugular do meu amor
Mas antes ...
Olhes-me nos olhos.
Não me espreites,
Não serpeies,
Não te dissimules.
Discernes-me
Na bruma cotidiana
Em que te ocultas.
Sou teu antídoto
De ti.

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